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domingo, 20 de maio de 2012

Trabalhando os sentimentos


Tema da semana:        Trabalhando os sentimentos

A gente sempre ouve professores falando que um aluno não aprende porque vem de uma família desestruturada. Essa afirmação preconceituosa deve ser deixada de lado. Pais separados, casais homossexuais, mães solteiras, avós responsáveis por netos e tantas outras configurações familiares têm plenas condições de obter sucesso na Educação de crianças e jovens sob sua responsabilidade.

O que eu proponho é um diálogo honesto e livre de preconceito entre os envolvidos na Educação.

Proponho aqui um debate com  perguntas e respostas.Todas as pessoas podem postar suas experiências, afinal o que queremos é nos ajudar mutualmente.


  • Os casais quando se separam, mudam sua maneira de educar?
  • As crianças precisam de uma família tradicional com um homem, pai e uma mulher, mãe?
  • Os adultos usam as crianças para reatarem suas relações falidas?





segunda-feira, 14 de maio de 2012


O tema  desta semana para pais e crianças é: Mimos ou amor !

No facebook postaram esta frase: Hoje em dia, os pais mimamm e dizem que: "Estou dando para  eles o que não pude ter quando era criança". Então eu pergunto, porque não proporcionam a eles o que puderam ter quando crianças, ou seja, Educação!




Comentários:
Será que estes pais que, supostamente não tiveram bens materiais, quando têm condições dão presentes e dinheiro para satisfazerem a si mesmos e, manter o estatus na sociedade? Será que eles acreditam que não estão estimulando os filhos a serem consumistas, pois sabem que o consumismo pode esmagar a estabilidade emocional , gerar tensões e prazeres superficiais?

Ou os pais estão sem tempo e trocam mimos por amor? 

Intercambio



O tema da semana para adolescentes é intercambio!

Pergunto:
1. Por que optar por um intercâmbio ao invés de continuar estudando numa escola de idiomas?
2. Quais pontos serão automaticamente “agregados” ao seu crescimento como pessoa?





Primeiro comentário de minha experiência: Minha filha foi para Alemanha em 2004 sem saber falar alemão e, quando retornou em 2005 sua vida seguiu e segue um rumo voltado ao crescimento pessoal e profissional.

Com relação ao idioma, ela teve a oportunidade de praticar o alemão em todos os sentidos - escrita e conversação - auxiliando sua imersão no país. Como estava infiltrada na cultura, minha filha alcançou um aprendizado rápido e eficiente do idioma como, por exemplo, através da convivência com uma família alemã, amizades com nativos, assistir televisão, ir ao teatro ou cinema, visitar museus, participar de festas, ler livros, folhear revistas, jornais, praticar atividades escolares e culturais, esportes, fazer compras e etc.

Quanto aos relacionamentos afetivos e de convivência pessoal, minha filha conheceu amigos mantem até hoje e, ainda teve a possibilidade de vista-los e recebê-los em nossa residência. Outra experiência marcante que gostaria de ressaltar foi a grande viagem, quando ela  percorreu 12 pais da Europa fazendo diferentes amizades, conhecendo países que nunca imaginara visitar, aprendendo sobre a cultura e a sociedade destes locais.

Enfim, Marceli têm muita história para contar e ela ainda comenta que depois do intercambio o mundo ficou pequeno. Assim, acredito que essa experiência tenha agregado maturidade e independência para a vida de minha filha.

Segundo comentário: Quanto recebi a intercambista do Novo México percebi a pluralidade da cultura que ela trouxe em sua bagagem. Ela veio de um país rico para um país em desenvolvimento e este foi um ponto de frequente questionamento: muitos queriam entender o porquê de sua vinda para o Brasil e, o que gostaria de aprender conosco. Não obstante, a própria Amelia não sabia a resposta para esta pergunta, mas ela logo percebeu que além de sermos hospitaleiros, formamos bons profissionais na área de engenharia ambiental, área em que ela trabalha hoje nos Estados Unidos.

A Mili (nosso apelido carinhoso) amadureceu ao conviver com os adolescentes brasileiros, com as dificuldades sociais e diversidades do nosso país. Em suas viagens ela amou as praias e a Amazônia e, se divertiu com nossa personalidade extrovertida, mudando alguns de seus hábitos próprios que levou consigo para seu país de origem.

Sem dúvida as famílias e amigos que conviveram com a Mili aproveitaram e aprenderam com a experiência, de tal forma que muitos deles enviaram seus filhos em programas de intercambio.

Interessante mencionar que ela se tornou parte de nossa família e nossa relação de mãe e filha permanece intacta até hoje.

Todas as experiências e aprendizados adquiridos com o do intercâmbio criaram novas formas de viver e de organizar a vida destes jovens e familiares.

Esta é a minha opinião e experiência sobre o assunto. Assim, por meio deste primeiro passo, gostaria de propor uma discussão sobre o assunto. Por favor, divulguem aqui suas dúvidas, experiências, opiniões, medos, interesses... enfim, vamos conversar

domingo, 13 de julho de 2008

Relação professor-aluno e pais-filhos


A relação professor e aluno é bem diferente da relação entre pais e filhos? Acho que existem muitas afinidades, não é? Bem, quais seriam as semelhanças nestes relacionamentos? Acredito que uma delas é a frustação quando nos sentimos impotentes. Muitas vezes sabemos que eles estão tomando decisões inadequadas e não conseguimos que eles aceitem nossas sugestões. Existe uma saída para estes conflitos ? Espero ler sua opinião!